A resposta direta primeiro, o roteiro na sequência e, no fim, a raiz do problema.
Na maioria das vezes o paciente não disse não. Ele disse depois, e ninguém voltou a falar com ele. O caminho: organizar os orçamentos em aberto por idade, retomar a conversa com tom consultivo e descobrir o motivo real, que quase sempre é valor, medo, tempo ou prioridade. Cada motivo tem uma resposta diferente; nenhum se resolve com silêncio.
Os orçamentos apresentados e não iniciados, separados: até um mês, até três meses, mais antigos.
Ficou alguma dúvida sobre o plano? Algo mudou?
Valor pede condição de pagamento ou plano por etapas; medo pede conversa clínica; tempo pede horário que caiba na vida da pessoa.
Orçamento sem follow-up registrado é dinheiro evaporando em silêncio.
Se a resposta for não, registre o não e pare de insistir. Base limpa também é resultado.
Follow-up de orçamento é trabalho de constância, e constância não sobrevive na cabeça de uma equipe ocupada. Quando o orçamento vive no sistema com data, status e responsável, a retomada acontece na hora certa sem ninguém precisar lembrar. É a diferença entre uma agenda que conta a história e um caderno que esquece.
No AvantiCore Odonto, todo orçamento apresentado e não iniciado cai na fila de resgate, com idade, status e responsável. A retomada aparece no dia certo para quem vai ligar, e a resposta do paciente fica registrada. O não também é registrado, para a base ficar limpa.
powered by AIOSRetomando com pergunta em vez de pressão: ficou alguma dúvida sobre o plano? Algo mudou? O objetivo da conversa é entender o motivo do adiamento, não empurrar o fechamento.
Os motivos mais comuns são valor, medo do procedimento, falta de tempo e outras prioridades no momento. O silêncio da clínica depois da apresentação é o que transforma um adiamento em perda definitiva.
O diagnóstico olha os seus orçamentos em aberto, a rotina de retomada e o que hoje depende de alguém lembrar, e devolve um plano de 90 dias. O laudo vem antes de qualquer proposta.