Fica com essa pergunta. A resposta vem no fim. É a história da AvantiCoreX em três atos: um cabo em 1999, o cabo que faltava dentro da empresa e uma frota com torre de comando.
31 de dezembro de 1999, um CPD de terminal verde e mainframe. O país esperava o apagão do bug do milênio. À meia-noite, os caixas de uma rede de varejo ligaram normalmente. Ninguém percebeu, e era exatamente esse o trabalho: fazer as máquinas conversarem por um cabo sem que ninguém precisasse pensar nisso.
Depois o cabo ficou mais longo. Levei as primeiras linhas de banda larga a cidades do interior de São Paulo e escrevi o material que treinou os técnicos que vieram depois. Passei quase dez anos do lado das operadoras e dos fabricantes: o primeiro discador e o primeiro auto-instalador de banda larga do país, dois meses em Zurique ligando uma rede pública de Wi-Fi, uma casa controlada pela rede numa feira em Paris dez anos antes de alguém chamar isso de casa inteligente, o primeiro contrato de gestão remota de equipamentos da América Latina, em Medellín.
Então o cabo virou o mundo inteiro. Por quase nove anos, na Technicolor, respondi por programas globais: engenharia, fábricas em Manaus e na Ásia, operadoras como clientes, prazo, custo e qualidade na mesma conta. Quando um produto falhava em escala, o telefone tocava na minha mesa.
15 países. 12 idiomas. Um foco: entregar no prazo, dentro do orçamento, no nível de qualidade.
Fui para o conselho de uma clínica odontológica em São Paulo para cuidar do crescimento. Esperava um problema de gestão. Encontrei o de sempre: agenda num sistema, pacientes em outro, financeiro numa planilha, o resto no WhatsApp. A mesma dor das operadoras e das fábricas, menor no tamanho e igual na natureza, só que sem um time de multinacional para resolver.
O gargalo não era ambição. Era desconexão. Então construí a resposta, primeiro dentro da nossa própria operação, e ela ganhou nome em 2025: AvantiCoreX. O trabalho é o mesmo de 1999. Só mudou o que precisa conversar.
Atrás de cada decolagem existe um convés, uma torre e um mar que eu navego desde 1999. É assim que o ecossistema funciona:
| O navio | A fundação de dados e operação conectada. A dor número um do mercado, a camada digital que falha, não se resolve com mais um aplicativo: se resolve com o navio. |
|---|---|
| A torre | AIOS, o sistema de IA da casa: acompanha e coordena. Ela sugere, você decide. |
| O radar | O diagnóstico operacional: encontra onde dói antes de qualquer decolagem. É por ele que toda conversa começa. |
| Os caças | Os produtos: cada um decola para uma operação, uma dor de cada vez. |
| O esquadrão | AvantiCore Odonto, a vertical que voa primeiro. O AvantiCore Clínica, com a clínica de dor como primeira especialidade, já taxia na pista. |
| A co-piloto | SOFIA, em acesso antecipado: ligada à torre, do seu lado, e só age com a sua confirmação. |
| O piloto | Você. O manche não sai da sua mão. Nós damos o caça, a co-piloto e a torre; quem voa é você. |
Por que um caça? Porque é ele que se vê decolar. Mas nenhum caça decola sozinho: não era um caça, era uma frota.
Toda conversa começa pelo radar. O diagnóstico olha os seus sistemas, o que é manual e o que pode ser reaproveitado, e devolve um plano de 90 dias. O laudo vem antes de qualquer proposta.
O AvantiCore Odonto, para a clínica odontológica, está em operação; o AvantiCore Clínica, para a clínica médica, tem o núcleo pronto; e o AvantiCore Motore, para a empresa de 10 a 100 pessoas, está em pré-lançamento. Todos sobre a mesma torre, o AIOS. Se ainda não for a hora, o laudo diz.
O diagnóstico encontra onde dói antes de qualquer decolagem e devolve um plano de 90 dias. O laudo vem antes de qualquer proposta.